Aplicativo para ficar por dentro da Virada Cultural

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Nos dias 05 e 06 de Maio acontece a Virada Cultural de 2012 e como sempre traz belíssimas atrações.
Para não perder nenhum detalhe deste evento, o site Catraca Livre desenvolveu um aplicativo que oferece toda a programação com horários e detalhes para Android e IOS

 

 

Baixe as versões Android e IOS

 

O site oficial da Virada Cultural é:

Livro: De São Paulo – Cinco crônicas de Mário de Andrade

 
 
 
Como amanhã é o aniversário de 458 anos da cidade de São Paula, nada melhor do que a indicação de um dos autores que mais escreveu sobre  o assunto – Mário de Andrade.
 
O livro de crônicas a seguir é da editora SESC e pode ser adquirido na loja virtual pelo portal da Instituição
 
 
 
 
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De São Paulo: Cinco crônicas de Mário de Andrade (1920-1921)

Telé Ancona Lopes (2004)

 

A série de cinco textos DE São Paulo foi publicada primeiramente na revista carioca Ilustração Brasileira entre 1920 e 1921. Estas crônicas falam da cidade “enigmática” do começo da década de 1920 e apresentam os intelectuais da Pauliceia, como Oswald de Andrade, Menotti Del Picchia e Guilherme de Almeida, e os atrativos da cidade, como o Parque Trianon e a Villa Kyrial.

De São Paulo mostra que a produção de Mário como cronista não deixa nada a dever à sua produção poética e de ficcionista.

O Significado – Saiba tufo o que quiser

Significado

 

 

 

Muitas vezes passamos por situações em que precisamos estar bem informados e atualizados de alguns termos e conceitos novos que podem aparecer eventualmente em conversas com amigos e até mesmo em reuniões de trabalho. 
Paranão passar por este aperto, vale fazer uma pesquisa. O site O Significado é uma excelente ferramenta de busca de palavras e conceiros divididos por categorias que pode ser consultado até mesmo diretamante do celular
Segundo seus fundadores:
O site dos Significados é um repositório de significados, conceitos e definições sobre os mais variados assuntos. Explicamos o que é, o que significa e o que quer dizer cada coisa.”

 

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A Máquina de Escrever através do tempo.

Quem nasceu antes da Era dos PCs ( da popularização dos Computadores Pessoais) certamente irá se lemrar das boas e velhas máquinas de escrever.
Eu mesma tive aulas de datilografia no ginásio e depois me foi muito útil na faculdade pois nos anos 90, os computadores custavam uma fábula e só os riquinhos da minha classe podiam ter. Naquela época que estudava Rádio e TV, as laudas para rádio eram todas feitas em papel jornal e batidas à máquina com direito a papel carbono e tudo. Resultado: fui a única que tinha agilidade para usar a máquina e datilografar.
E assim, muitas secretárias, administradores de empresas e outras profissões cresceram em sua carreira profissional usando a máquina de escrever. Até hoje conservo a minha aqui ( nunca se sabe o que se pode fazer).
No slide a seguir você poderá conhecer um pouco da história e ver os modelos de máquinas e sua evolução através dos tempos. Ao final, há a poesia do brasileiro Giusepe Ghironi
Boa diversão !
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O Centenário do Theatro Municipal de São Paulo

Como já foi noticiado na TV e nos jornais, este ano é o Centenário do Theatro Municipal. Para comemorar a data em grande estilo, ele reabre suas portas ao público depois de uma grande reforma que foi feita desde sua fachada, mobiliário e o próprio teareo (cadeiras, balcões e tudo mais)
Assista o vídeo sobre toda a História de um dos cartões postais da cidade de  São Paulo. VEJA AQUI

A origem da Língua Italiana



A origem da língua Italiana

Eis porque é uma língua tão suave, bela, romantica e docemente harmoniosa

 

A Europa era uma confusão de inúmeros dialetos derivados do latim que aos poucos, ao longo dos séculos, se transformaram em alguns idiomas distintos – francês, português, espanhol, italiano.

O que aconteceu na França, em Portugal e na Espanha foi uma evolução orgânica: o dialeto da cidade mais proeminente se tornou, aos poucos, a língua oficial da região toda.

Portanto, o que hoje chamamos de francês é na verdade uma versão do parisiense medieval. O português é na verdade o lisboeta. O espanhol é essencialmente o madrilenho. Essas são vitórias capitalistas; a cidade mais forte acabou determinando o idioma do país inteiro.

Na Itália foi diferente. Uma diferença importante foi que, durante muito tempo, a Itália sequer foi um país. Ela só se unificou bem tarde (1861) e, até então, era uma península de cidades-Estado em guerra entre si, dominadas por orgulhosos príncipes locais ou por outras potências européias. Partes da Itália pertenciam à França, partes à Espanha, partes à Igreja, e partes a quem quer que conseguisse conquistar a fortaleza ou o palácio local.

O povo italiano se mostrava alternativamente humilhado e conformado com toda essa dominação. A maioria não gostava muito de ser colonizada por seus co-cidadãos europeus, mas sempre havia aquele bando apático que dizia: “Franza o Spagna, purchè se magna” que, em dialeto,
significa: “França ou Espanha, contanto que eu possa comer”.

Toda essa divisão interna significa que a Itália nunca se unificou adequadamente, e o mesmo aconteceu com a língua italiana. Assim, não é de espantar que, durante séculos, os italianos tenham escrito e falado dialetos locais incompreensíveis para quem era de outra região.

Um cientista florentino mal conseguia se comunicar com um poeta siciliano ou com um comerciante veneziano (exceto em latim, que não chegava a ser considerada a língua nacional).

No século XVI, alguns intelectuais italianos se juntaram e decidiram que isso era um absurdo. A península italiana precisava de um idioma italiano, pelo menos na forma escrita, que fosse comum a todos. Então esse grupo de intelectuais fez uma coisa inédita na história da Europa; escolheu a dedo o mais bonito dos dialetos locais e o batizou de italiano.

Para encontrar o dialeto mais bonito, eles precisaram recuar duzentos anos, até a Florença do século XIV. O que esse grupo decidiu que a partir dali seria considerada a língua italiana correta foi a linguagem pessoal do grande poeta florentino Dante Alighieri.

Ao publicar sua “Divina Comédia”, em 1321, descrevendo em detalhes uma jornada visionária pelo Inferno, Purgatório e Paraíso, Dante havia chocado o mundo letrado ao não escrever em latim. Considerava o latim um idioma corrupto, elitista, e achava que o seu uso na prosa respeitável havia “prostituído a literatura”, transformando a narrativa universal em algo que só podia ser comprado com dinheiro, por meio dos privilégios de uma educação aristocrática. Em vez disso, Dante foi buscar nas ruas o verdadeiro idioma florentino falado pelos moradores da cidade (o que incluía ilustres contemporâneos seus, como Boccaccio e Petrarca), e usou esse idioma para contar sua história.

Ele escreveu sua obra-prima no que chamava de dolce stil nuovo, o “doce estilo novo” do vernáculo, e moldou esse vernáculo ao mesmo tempo que escrevia, atribuindo-lhe uma personalidade de uma forma tão pessoal quanto Shakespeare um dia faria com o inglês elizabetano.

O fato de um grupo de intelectuais nacionalistas se reunir muito mais tarde e decidir que o italiano de Dante seria, a partir dali, a língua oficial da Itália seria mais ou menos como se um grupo de acadêmicos de Oxford houvesse se reunido um dia no século XIX e decidido que – daquele ponto em diante – todo mundo na Inglaterra iria falar o puro idioma de Shakespeare. E a manobra realmente funcionou.

O italiano que falamos hoje, portanto, não é o romano ou o veneziano (embora essas cidades fossem poderosas do ponto de vista militar e comercial), e sequer é inteiramente florentino. O idioma é fundamentalmente dantesco.

Nenhum outro idioma europeu tem uma linhagem tão artística. E, talvez, nenhum outro idioma jamais tenha sido tão perfeitamente ordenado para expressar os sentimentos humanos quanto esse italiano florentino do século XIV, embelezado por um dos maiores poetas da civilização ocidental.

Dante escreveu sua “Divina Comédia” em terza rima, terça rima, uma cadeia de versos em que cada rima se repete três vezes a cada cinco linhas, o que dá a esse belo vernáculo florentino o que os estudiosos chamam de “ritmo em cascata” – ritmo esse que sobrevive até hoje no falar cadenciado e poético dos taxistas, açougueiros e funcionários públicos italianos.

A última linha da “Divina Comédia”, em que Dante se depara com a visão de Deus em pessoa, é um sentimento que ainda pode ser facilmente compreendido por qualquer um que conheça o chamado italiano moderno.

Dante escreve que Deus não é apenas uma imagem ofuscante de luz gloriosa, mas que Ele é, acima de tudo, l’amor che move Il sole e l’altre stelle… “O amor que move o sol e as outras estrelas…”

Texto Elizabetgh Gilbert

fonte via e-mail

Espetáculo em Amsterdã

O que irão ouvir desenrola-se na Sinagoga Judaico-Portuguesa
em Amsterdam, Holanda.
É iluminada apenas por velas.
Foi construída há várias centenas de anos e nunca foi
electrificada.
O arco, assentos e tudo o mais foram feitos à mão, por
construtores de barcos.
Inexplicavelmente, durante a 2ª. guerra mundial os nazis nunca
se interessaram por esta preciosidade, jamais nela tendo
entrado.
Encontra-se, pois, intacta e tal como foi erguida.
Apreciem, então, toda a sua beleza !!!