Festival de Parintins – o maior espetáculo da Terra

Neste final de semana , a Band transmitiu a disputa entre os bois Garantido e Caprichoso que compões o Festival de Parintins no Amazonas.
Durante os 3 dias o vermelho do Garantodo e o azul do Caprichoso desfilaram no Bumbódromo com exuberantes e luxuosas fantasias que retratavam os costumes e o folclore regional em belas encenações. O público participa ativamente mesmo sob um calor de 40 graus com direito a chuva de mariposas enfeitando desfile e toneladas de fogos de artifício.
A transmissão da Band comandada por Datena foi entremeada por comentários e explicações detalhadas dos nativos da região sobre cada ato. O festival é a maior ópera a céu aberto capaz de superrar o Carnaval e qualquer escola de samba.
É deste tipo de cultura que o brasileiro precisa se interar e reconhecer nossas riquesas em todos os aspectos. Parabéns à Band pela transmissão magnífica

Assista o video aqui

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Segredos Juninos


Este texto me foi enviado via e-mail e de autoria desconhecida sobre as origens das festas juninas. Achei bem interessante e gostaria de compartilhar.
Festa junina, quem diria, nasceu na Europa. Trazida pelos portugueses,
tornou-se símbolo do caipirismo nacional. O agricultor gosta, rememora
suas origens. Teme, porém, certo preconceito camuflado na sociedade. As
origens do festejo junino remontam às antigas festas pagãs. Fogueiras
ardiam para celebrar o início do verão europeu, marcado em 21 de junho.
Conhecido como solstício, indica o mais longo dos dias no calendário. No
hemisfério sul, ao contrário, mostra a noite mais duradoura, entrada do
inverno. Assuntos da astronomia.

Durante a Idade Média, no século VI, a fogueira acabou cristianizada
pelo Vaticano, tornando-se um atrativo da festa de São João Batista. A
lenda católica ensina que, para avisar Maria e obter seu auxílio no
parto, sua prima Isabel acenderia o fogo sobre o monte. Vai saber.

Curiosa, no mínimo, também é a origem da “quadrilha rural”, a mais
famosa dança das festas juninas. Advinda da “quadrille” francesa,
evoluída por sua vez da medieval “contredance” inglesa, a coreografia
por aqui chega no século 19, época que Paris ditava a moda colonial.
Ganha vestuário campesino e se torna um fenômeno do folclore brasileiro.

Chega a ser decepcionante descobrir essa influência européia no mundo
rural brasileiro. Pesquisando a história dos festejos juninos, pode-se
perceber que suas alegorias e manias sofreram forte influência da classe
urbana, organizada nos clubes e escolas públicas, muito mais que a
tradição cabocla propriamente dita. No Nordeste, onde o São João vara a
semana, está claro que a cultura urbana se apropria dos valores rurais
para criar uma espécie de carnaval caipira, regado a muito forró,
cerveja e cachaça. Haja fôlego.

Todos adoram frequentar uma animada quermesse, esquentando o frio com um
bom quentão. Poucos sabem, todavia, que no final da Idade Média tais
festas, duradouras, utilizadas para se comemorar o aniversário do santo
padroeiro da paróquia, haviam sido proibidas pelo rei Carlos V, da
França. Em vão. Poucos ligaram para o édito real, datado de 1531,
mantendo o costume, inicialmente religioso, de se deliciar com acepipes
e danças campesinas. Pecados veniais.

O quentão está salvo. Segundo o folclorista Amadeu Amaral, autor de “O
Dialeto Caipira”, a palavra tem mesmo origem brasileira, tradicional.
Mas, cuidado. O gengibre, tubérculo que empresta seu peculiar gosto à
deliciosa bebida, se origina da Ásia. Descoberto pelas Cruzadas,
difunde-se na Europa. Menos de um século após o descobrimento, chega ao
Brasil, onde bem se aclimata, parecendo planta nativa. Indígenas o
denominavam magarataia.

Sem aguardente inexiste quentão. Pinga, essa sim, é invenção tipicamente
brasileira. Fruto da fermentação da garapa da cana-de-açúcar, rica
planta importada da Ásia, a cachaça surgiu em engenho da capitania de S.
Vicente. Seu consumo se expande, a tal ponto, que ameaça o comércio da
bagaceira e do vinho portugueses, provocando várias tentativas de sua
proibição pela Corte. Sem resultados, a Metrópole taxa a bebida nativa,
transformada em alternativa nacionalista. Em 1756, a cachaça se destaca
na contribuição de impostos, exigidos para a reconstrução de Lisboa,
arrasada por grande terremoto no ano anterior. Pinga conforta Portugal.

Os quitutes mais abrasileirados, saciados à farta durantes as festas
juninas se derivam do milho. Bolo de fubá, milho cozido, pamonha e
canjica se misturam nas barracas da quermesse. O cereal, utilizado na
alimentação dos povos pré-colombianos, mostra verdadeira origem
americana. No Brasil, seu cultivo é conhecido pelos indíos guaranis
desde antes da chegada dos europeus. Na senzala, o grão amarelo virava
polenta, munguzá, broa. Época dura.

Segredos interessantes se escondem na história das festas juninas.
Incruados nas comidas e bebidas, nas danças e alegorias, aguçam a
curiosidade. Os trajes típicos caracterizam um estilo de vida. Veste-se
o caipira com chapeú de palha, calça remendada, camisa xadrês, vestido
florido, tranças nos cabelos. Coisa da roça, gente de outrora.

Cuidado. Esse folclore deixa desconfiado agricultor sestroso. É bem
verdade, sim, que na árdua labuta de antanho as precárias vestimentas
pouca qualidade ostentavam. Trabalhar de sol a sol arrebenta qualquer
roupa, prá não falar do chapéu suado. Mas essa reprodução tardia do
caipira, cultivada nas festas juninas, pode carregar um toque
depreciativo sobre a cultura rural. O perigo do Jeca Tatu.

Há quem pense que o agricultor brasileiro seja atrasado, prá não dizer
ignorante. Essa idéia advém, principalmente, da caricatura explorada
pelo personagem de Mazzaropi nos populares filmes dos anos 60, que
marcaram fortemente a opinião pública. Andar desajeitado, calça
“pula-brejo”, português errado, ar ingênuo, assim cravou o grande
artista o estereótipo do caipira. Na época em que a forte urbanização,
qual ribalta, atraia os sonhos do progresso, floresce uma cisma contra o
modo de vida rural.

Ora, o verdadeiro folclore cultiva a tradição, misturando história com
cultura. Em todo o mundo, os povos homenageiam seu passado, valorizando
as origens da sociedade moderna. Afinal, o berço consolida a maturidade
do futuro. Benvinda a diversão junina se estimula a reverência aos
pioneiros e obriga à reflexão do presente. A festa fica bonita.

por Milene Cristina Postado em datas

Talk and Write – Ótima opção para Skype

Para quem usa o Skype como ferramenta para conferência em sua empresa, muitas vezes precisa editar um documento ou fazer um demoonstrativo em conjunto com seus clientes/parceiros etc.
Talk and Write é um software brasileiro que permite que usuários abram e editem um mesmo dicumento seja desenhando ou fazendo anotações e até mesmo alterações em contratos etc.
O serviço possui versão gratuita básica e PRO

Fonte Revista Exame PME

Dica: Como extrair arquivos de um Power Point

Hoje queria extrair um áudio de uma aprsentaçlão de Power Point que nem sempre aparece onde clicar. Fazemdo uma busca descobri como – testei e deu certo. Vamos lá então:
1. Abra a apresentação no Power Point.

2. Vá até o menu Arquivo/Salvar como..

3. Escolha pra salvar do tipo “Página da Web”. NÃO escolha a opção Salvar como Página da Web “de arquivo único”.

4. Agora vá onde você salvou… haverá uma pasta chamada algumacoisa_arquivos. Entre nessa pasta e ela conterá todas as imagens e músicas separadas da sua apresentação.
Simples assim…
fonte: Forum PCs</a>

por Milene Cristina Postado em dicas

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